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Após dois anos e meio, empresários de SC retomam confiança na economia

Índice passou de 46,9 pontos em julho para 51,1 pontos em agosto, acima da linha que separa o otimismo do pessimismo. Este é o melhor resultado desde janeiro de 2014

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Florianópolis, 17.8.2016 – Após dois anos e meio, os industriais catarinenses retomaram a confiança na economia. O Índice de Confiança do Empresário Industrial Catarinense (ICEI) passou de 46,9 pontos em julho para 51,1 pontos em agosto, ultrapassando a linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo. A pesquisa foi realizada pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com 207 empresas dos segmentos de transformação e construção civil.

“O significativo aumento no Índice de Confiança do Industrial brasileiro e catarinense revela uma condição mais favorável para a retomada da economia nos próximos meses. A confiança é um poderoso estímulo para o crescimento”, avalia o presidente da FIESC, Glauco José Côrte. Ele lembra que pela primeira vez desde janeiro de 2014 o índice superou a marca dos 50 pontos.

“A recuperação será gradativa e vai exigir muito trabalho. Mas, certamente, pela força do nosso empresário e pela determinação do industrial, teremos condições de sair na frente, para darmos mais uma demonstração ao País de que o Estado confia nos talentos, na riqueza e na força do empreendedor brasileliro”, declarou na noite de terça-feira, na abertura da Interplast, em Joinville, ao se referir aos dados.

O cálculo do ICEI é feito por meio da opinião dos industriais sobre as condições econômicas atuais e as expectativas para os próximos meses. O levantamento mostrou que as condições atuais da economia caminham para uma melhora, mas ainda não atingiram níveis satisfatórios (44,8 pontos em agosto). As expectativas estão positivas pelo segundo mês consecutivo, chegando 54,3 pontos em agosto.

O índice da indústria da construção civil passou de 42,5 pontos em julho para 48 pontos em agosto. O indicador da indústria de transformação saiu de 47,6 pontos para 51,7 pontos no mesmo período.

ICEI nacional: O índice de confiança nacional aumentou 4,2 pontos frente a julho e alcançou 51,5 pontos em agosto. Foi a primeira vez desde março de 2014 que o indicador ficou acima da linha divisória dos 50 pontos. Isso mostra que os empresários brasileiros estão confiantes, informa pesquisa divulgada pela CNI.

De acordo com o levantamento, a melhora se deve especialmente às expectativas sobre o desempenho das empresas e da economia nos próximos seis meses. Todos os indicadores de perspectivas estão acima dos 50 pontos, enquanto que os que mostram a percepção sobre a situação atual das empresas e da economia continuam abaixo dos 50 pontos.  A pesquisa mostra ainda que a confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI alcançou 53,1 pontos em agosto. Nas médias, foi de 50,7 pontos e, nas pequenas, de 48,9 pontos.

O ICEI é importante porque antecipa tendências de desempenho da economia. Empresários confiantes tendem a manter ou ampliar projetos de investimentos, o que aquece a atividade e estimula o crescimento econômico.  Esta edição do ICEI foi feita entre os dias 1º e 11 deste mês com 3.150 empresas de todo o país, das quais 1.236 são de pequeno porte, 1.198 são médias e 716 são de grande porte.

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Vendas industriais acumulam queda de 12,7% em SC

Apesar do dado negativo, ritmo de redução das vendas do setor foi menor em maio

Florianópolis, 7.7.2015 – O faturamento real da indústria acumula queda de 12,7% nos primeiros cinco meses do ano, segundo a pesquisa Indicadores Industriais divulgada pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) nesta quinta-feira (7). O estudo aponta ainda recuo nas horas trabalhadas na produção (11%), na massa salarial (11,9%) e na utilização da capacidade instalada (2,5%). Apesar do dado negativo, ritmo de redução das vendas do setor foi menor em maio, quando o faturamento foi 8,6% inferior ao registrado em igual mês de 2015.

Os segmentos que registram maior queda no acumulado do ano frente ao mesmo período de 2015 são produtos de metal e móveis. Veículos automotores e peças, móveis e produtos de material plástico registram o maior recuo em horas trabalhadas na produção. As maiores reduções da massa salarial foram observadas em vestuário, produtos de metal e móveis.

Na comparação com o mês de abril, as vendas cresceram (1,8%), assim como a utilização média da capacidade instalada (1,1%) e da massa salarial (3,0). As maiores altas nas vendas de maio foram registradas pela indústria de borracha e de material plástico (18%) e informática, eletrônicos e óticos (11,3%).

Brasil – Os dados catarinenses estão em linha com a pesquisa nacional da Confederação Nacional da Indústria (CNI). No País, o faturamento real da indústria teve uma retração de 12,2% e as horas trabalhadas caíram 10,1% de janeiro a maio deste ano na comparação com os mesmos meses de 2015. A massa salarial na indústria também registra recuou de 10,2%.

Faça o download das pesquisas da FIESC e da CNI.

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Se o Governo tira do SESI ou do SENAI, tira muito mais do trabalhador

O SESI e o SENAI tem uma história de sucesso a favor de trabalhadores e indústrias. Mas o próximo capítulo dessa história pode ser o pior de todos. Entre as medidas anunciadas pelo governo federal em 14 de setembro, estão a apropriação de recursos das contribuições do setor privado ao sistema S. É um corte significativo no orçamento do SESI e do SENAI.
O resultado é devastador: menos oportunidade de ensino para jovens, menos qualificação para o trabalhador, menos benefícios para diversas comunidades.
Um ato ilegal e inconstitucional que vai impactar negativamente o futuro de muita gente, privando brasileiros de seus direitos. E atacando justamente quem pode ajudar o país a voltar a crescer: a indústria e o trabalhador.
Apoie você também a Marcha pelo Futuro em defesa do SESI e do SENAI. Santa Catarina e o Brasil agradecem.

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Apropriação de recursos do Sistema S fechará escolas e reduzirá atendimento ao trabalhador

Pretensão do governo de desviar contribuições realizadas a entidades como SESI e SENAI terá resultados graves e irreversíveis, alerta FIESC

A diminuição dos recursos repassados ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e ao Serviço Social da Indústria (SESI) vai causar o fechamento de mais de 40 mil vagas em cursos profissionais e de educação básica, oferecidos pelo SESI e SENAI por ano em Santa Catarina. Mais de 50 unidades das duas instituições fecharão as portas e elas terão de demitir cerca de 3,3 mil trabalhadores no Estado. Na avaliação da FIESC, os impactos para o futuro do País serão graves e irreversíveis.

Em todo o País, mais de 300 escolas profissionais do SENAI vão fechar as portas. Outros 735 mil alunos vão deixar de estudar no ensino básico ou na educação de jovens e adultos oferecida pelo SESI, que vai fechar cerca de 450 unidades escolares no Brasil. As duas instituições estimam ainda que terão de demitir cerca de 30 mil trabalhadores em todo o País.  O SESI e o SENAI integram o Sistema S, que ainda é composto pelo SENAR, SENAC, SESC, SESCOOP, SEST, SENAT e SEBRAE. Na semana passada o governo anunciou a pretensão de usar recursos dessas entidades, que são mantidas pela empresas, na Previdência Social.

“Os recursos são aplicados na formação de trabalhadores, na educação de seus filhos e em programas de saúde e segurança do trabalhador. Trata-se de um verdadeiro confisco, que não podemos aceitar”, disse o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Côrte, neste domingo (20), às vésperas da abertura do Encontro Econômico Brasil – Alemanha. “Apelamos à sociedade catarinense, aos industriais e a todos os empresários, aos trabalhadores, aos pais de nossos alunos, aos profissionais que trabalham nessas entidades que se manifestem contra mais essa arbitrariedade do governo federal e que encaminhem seu protesto à presidência da república, mas especialmente aos senadores e deputados de nosso Estado, pedindo que rejeitem essa infeliz, inaceitável e descabida intenção”, afirmou.

Os cálculos feitos pelo SESI e SENAI, contemplam a redução de 30% anunciada pelo governo na transferência dos valores referentes à contribuição compulsória, que está prevista na Constituição Federal, e parte dos valores previstos como incentivo da Lei do Bem. “O governo federal quer transferir principalmente para o SESI a conta dos investimentos feitos pelas empresas em inovação”, explicou Côrte. Somando as duas medidas, a redução no orçamento pode chegar a 52% no Sistema Indústria.

O SESI investe na educação básica e na formação de jovens e adultos. Em Santa Catarina, no ano passado, foram 150 mil matrículas. A apropriação dos recursos que mantêm a entidade afetarão mais de 3,2 milhões de atendimentos em serviços de saúde e 800 mil atendimentos em segurança no trabalho, impactando em 289 mil trabalhadores diretamente beneficiados.

O SENAI é hoje o melhor complexo de educação profissional do mundo. Em 2015, foi o grande vencedor da WordSkills, a olimpíada mundial de profissões técnicas que ocorre de dois em dois anos, e na última edição reuniu estudantes de mais de 60 países em São Paulo. Em 2014, foram mais de 190 mil matrículas em cursos em todos os segmentos da indústria. Da receita líquida com a contribuição compulsória, mais de 66% são destinados a vagas gratuitas.

A CNI e a FIESC reconhecem que é inegável que o Brasil precisa de um ajuste fiscal crível e de uma agenda que apresente os rumos futuros da economia brasileira. A gravidade da crise exige ação. No entanto, as medidas fiscais anunciadas são insuficientes e vão contribuir para acentuar a falta de competitividade do setor produtivo brasileiro.

A recuperação da confiança é o principal motor para o crescimento. E a confiança dos investidores só se dará com uma agenda estrutural que demonstre a intenção real do governo em equilibrar as contas públicas. Os gastos com a previdência e a assistência social precisam ser avaliados. É preciso corrigir distorções em pensões, evitar aposentadorias precoces e eliminar incongruências entre assistência e previdência, que são mudanças fundamentais para reverter a atual trajetória de desequilíbrio.

A FIESC, alinhada a CNI, reconhece a gravidade do momento e está aberta a discutir uma agenda para o País fundada no respeito mútuo, credibilidade e confiança.

Fonte:
Assessoria de Imprensa Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina
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Desafios para a retomada do crescimento econômico do Brasil

Para uma retomada sustentável da economia é preciso encaminhar soluções para questões estruturais, que foram negligenciadas nos últimos anos, além da retomada da sintonia entre o Executivo e o Legislativo. As afirmações são do ministro do Desenvolvimento, Comércio e Indústria, Armando Monteiro, que realizou palestra na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).

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Instrução Normativa n. 20 do Ministério do Trabalho e Emprego

Foi publicada ontem a Instrução Normativa n. 20 do Ministério do Trabalho e Emprego com novas regras para o depósito, registro e arquivo de convenções e acordos coletivos.

RT informa – N.45 – Jul29 – instrução normativa do sistema mediador

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Gestão em qualidade de móveis é tema de curso promovido pela FIESC

Representantes de empresas do setor moveleiro do oeste de Santa Catarina participaram nesta semana de uma capacitação em gestão da qualidade de móveis. Promovido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) e com apoio da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Moveleiras e Madeireiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE), o curso teve como palestrante o consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Anderson Pisanelli Silva.

O palestrante explicou que o verdadeiro critério de qualidade de um produto envolve essencialmente a preferência do consumidor. “A qualidade não depende só do produto, mas também dos serviços ligados à ele, afirma. Silva também conta que um produto necessário, desejado e ambicionado pelo cliente” tem, consequentemente, um valor maior no mercado. Durante a palestra foi enfatizada a necessidade de haver uma percepção das demandas do mercado.

A empresária Liliane Martelli, da Ferrotelli Design, afirmou que a capacitação instiga um olhar além do mercado nacional, também para exportação. Ela conta ainda que o curso incentiva que os empresários foquem não só na produção, mas que se preocupem com o transporte e a venda, que inclui a relação entre vendedores e clientes. “A qualificação abre a mente, direcionando o olhar na empresa e a expectativa para um desenvolvimento mais seguro e promissor, como por exemplo no desenvolvimento do design”, ressalta.

A capacitação abordou temas como pesquisa de mercado, adequação no projeto do produto, incluindo embalagem, e adequação no processo de produção. Também falou sobre o estabelecimento de canais de exportação e de escritórios de venda.

O vice-presidente regional da FIESC e vice-presidente da AMOESC/SIMOVALE, Waldemar Antonio Schmitz, se mostrou contente com a procura pela qualificação no setor. “A ascensão do mercado moveleiro no oeste é importante para que os empresários tenham a percepção do quão importante é a busca pela qualificação no setor”.

A iniciativa faz parte do Programa Al-Invest, que tem objetivo de fortalecer o apoio à internacionalização de pequenas e médias empresas latino-americanas.

PALESTRANTE

O curso foi ministrado pelo consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Anderson Pisanelli Silva. Graduado em artes visuais pela Universidade Estadual de Londrina, possui pós-graduação em moda e cultura, e em fotografia. Também é técnico em confecção industrial pela Westminster College, de Londres.
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Workshop apresenta START EXPORT aos moveleiros do oeste

Solução visa minimizar riscos e otimizar os resultados da exportação

Empresários do setor moveleiro do oeste participarão, nesta qu0arta-feira (15), às 18h30, na sede da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale), de um workshop para conhecer o START EXPORT – uma solução voltada para a exportação. O evento é promovido gratuitamente pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), através do Centro Internacional de Negócios de Santa Catarina (CIN), em parceria com o Sebrae/SC.

O Start Export foi desenvolvido com o objetivo de minimizar riscos e otimizar os resultados da exportação. Para isso, engloba um conjunto de soluções que compreende a realização de diagnósticos e treinamentos, o desenvolvimento e execução de um plano de ação voltado à exportação e à assessoria permanente por profissionais especializados em comércio exterior.

O presidente da Amoesc/Simovale, Osni Verona, ressalta que a solução oportunizará aos participantes subsídios para avaliar o potencial exportador e, com isso, desenvolver estratégias que fortaleçam a internacionalização dos negócios.  “O Start Export oferece o suporte para indústrias iniciantes na exportação, empresas que exportam eventualmente, que exportam volumes reduzidos ou que nunca exportaram, mas que têm a exportação em seu planejamento para os próximos anos”, explica.

O programa foi implementado em 2004 pela Fiesc por meio do CIN como resultado de um projeto de cooperação internacional que buscava identificar as melhores práticas na área de apoio à exportação para empresas de menor porte.

A iniciativa, pioneira no Brasil, teve sua metodologia repassada para Federações das Indústrias de outros estados brasileiros.

Informações e inscrições através do fone 49 3328 6669 ou na sede do Simovale e vice-presidência regional oeste da Fiesc.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional
MARCOS A. BEDIN Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP Matrícula SJPSC 0172
Av. Getúlio Vargas, 870-N, Ed. Central Park, sala 21, 2° andar, CHAPECÓ (SC) Telefax (49) 3323-4244, celular (49) 9967-4244
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Fiesc debate os desafios da indústria para 2012

     Situação das rodovias catarinenses, piso regional de Santa Catarina, perspectivas para a indústria, redução de ICMS e qualificação da mão de obra no setor da construção civil. Esses foram alguns dos assuntos tratados durante a última reunião de diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e conselhos do Sesi/SC e Senai/SC. O evento contou com a participação do vice-presidente regional oeste da Fiesc, Waldemar Antonio Schmitz.

    Entre os assuntos abordados estiveram o piso salarial regional de Santa Catarina, a redução do ICMS de 17% para 12% para o setor moveleiro catarinense e o reparcelamento do Refis Estadual para as empresas inadimplentes. Também houve debate sobre a situação das rodovias catarinenses. Citando o exemplo do estudo elaborado sobre a BR-282, a Fiesc informou que fará estudos semelhantes em outras rodovias do Estado. “O alto índice de acidentes, congestionamentos, trafegabilidade ruim, má conservação das rodovias que encarece em até 40% o custo do frete, inviabilizando o sucesso e competitividade nas transações comerciais”, destaca Schmitz. O estudo apontará as melhorias a serem feitas, amenizando custos onerosos que compõe o Custo Brasil.

        PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA

As perspectivas para indústria catarinense estiveram entre os destaques da pauta. Segundo economistas da CNI, 2011 foi um ano difícil quando comparado a 2010. “Para 2012 há muita incerteza: a previsão é de dinheiro mais caro, elevação dos custos, aumento do salário mínimo em 14% e menos competitividade para exportar”, observa Schmitz. Segundo ele, o consumo interno é um fator positivo para o Brasil, porém deve-se levar em conta o endividamento das famílias e do País que serão barreiras a serem superadas. “O Brasil precisa mais poupança interna”, justifica. A previsão para o câmbio em 2012 é de U$$1,80.

            QUALIFICAÇÃO DE MÃO DE OBRA

Durante o encontro foram apresentadas quatro carretas (unidades móveis para área da construção civil) a todas as diretorias, vice-presidências e empresários. Com esses equipamentos será possível realizar cursos itinerantes em todos os municípios, principalmente naqueles que não possuem escolas do SENAI. “Serão ministrados cursos nas áreas de pedreiro, carpinteiro, mestre de obras, eletricistas, encanadores, hidráulicos, ferragens, projetos, pintor, azulejistas, entre outros”, comenta Schimitz.

Conforme dados apresentados na reunião, nos últimos cinco anos a demanda de crescimento na construção civil foi elevada de 16% para 68% em SC. Atentas às demandas de mercado, a Federação e o SENAI unem-se ao setor, operacionalizando a função de disponibilizar tanto o serviço quanto a mão de obra qualificada para atender a demanda que o mercado necessita.

Cada unidade móvel comporta turmas de 24 alunos com duração do curso de 160 horas/aula (3 a 4 meses). O Estado também possui sete unidades físicas fixas em municípios polos em SC. “Com as unidades móveis será possível ir ao encontro dos interessados, cumprindo um dos objetivos do Senai, que é estar próximo do cidadão com serviço e qualificação profissional”, finaliza o vice-presidente regional Oeste da Fiesc.

TV INDUSTRIAL DE SC

Também foi discutido o lançamento da TV Industrial–SC, que oferecerá completo mix de produtos da Fiesc. O projeto está sob a coordenação do jornalista Elmar Meuer. O objetivo é facilitar o acesso a todos os empresários e interessados em assuntos da indústria, divulgando as ações da Federação da Industria do Estado de SC, além de estimular debates que demonstrem ao povo catarinense a importância da Federação e do Sistema S para o desenvolvimento da classe empresarial e colaboradores.

            CONVÊNIO

A Fiesc aprovou, ainda, convênio entre Associação Comercial e Industrial de São José (ACISJ), em parceria com a Universidade Estácio de Sá, visando a fundação de uma escola para formação dos Líderes Políticos do Estado. “O curso de preparação de liderança terá como foco à ética e a preparação para uma profissão, acima de tudo, honesta e honrada. A Escola proporcionará a sociedade a inclusão de líderes comprometidos com a missão, eliminando os vícios de maus políticos”, argumenta Schmitz.

Vice-presidente regional da Fiesc, Waldemar Schmitz

Vice-presidente regional da Fiesc, Waldemar Schmitz

 

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional
MARCOS A. BEDIN Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP Matrícula SJPSC 0172
Av. Getúlio Vargas, 870-N, Ed. Central Park, sala 21, 2° andar, CHAPECÓ (SC) Telefax (49) 3323-4244, celular (49) 9967-4244
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INFORMATIVO FIESC REGIONAL OESTE EDIÇÃO 2 DEZEMBRO DE 2011

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