Por decisão da Associação e do Sindicato dos Madeireiros e Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Simovale e Amoesc), o empresário Ilseo Rafaeli será o coordenador da nona edição da Mercomóveis, programada para agosto de 2014.
Rafaeli tratará, a partir deste mês de estruturar a comissão central organizadora e as comissões setoriais. O coordenador manifestou que a feira prosseguirá sua trajetória de crescimento e expansão. Programada para a segunda quinzena de agosto de 2014 no parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), a Mercomóveis receberá mais de 20 mil visitantes, com um volume de negócios ainda não estimado, mas que deve superar R$ 200 milhões. Serão mais de 14 mil metros quadrados de área, com cerca de 9 mil metros para exposição, disponibilizados nos pavilhões do parque.
O presidente do Simovale e da Amoesc, Osni Carlos Verona, destacou a eleição de Ilseo Rafaeli para a coordenação da feira: “ele é um empresário de vanguarda com forte histórico de cooperação e participação”. Natural de Concórdia (SC) tem formação de técnico em Ciências Contábeis e em hotelaria e turismo, mas atua no setor moveleiro há nove anos. É casado com Denise Miotto Rafaeli.
Em 2003, fundou a Sonetto Móveis que atua no segmento de mesas e cadeiras para salas e copas, gerando e distribuindo produtos para 80% do território nacional e exportações para onze países de três continentes.
A Sonetto participa da Mercomóveis desde da sua quinta edição em 2006, inicialmente como expositor e, a partir da sexta edição, como co-organizador do evento, coordenando a Comissão de Infraestrutura por três edições. Também cooperou como diretor financeiro em duas edições, na coordenação do “Projeto Comprador” da Rodada Internacional de Negócios e nas comissões de patrocínio, marketing e assessoria direta na gestão do evento.
Na condição de coordenador geral da próxima Mercomóveis, quais as inovações que pretende implantar?
Ilseo Rafaeli – Para edição da Mercomóveis 2014 pretendemos realizar uma feira que surpreenda mais uma vez. Todas as edições apresentaram evolução significativa. Nosso desafio é fazer a edição de 2014 ainda melhor do que a de 2012. Em breve estaremos compondo todas as comissões de trabalho para, juntos, definirmos as melhores ações para que a feira seja novamente um grande sucesso. Posso adiantar que deveremos adequar o layout para uma melhor valorização dos espaços, beneficiando todos os expositores, além de facilitar a visitação. Algumas melhorias no parque também serão realizadas. Teremos novidades no Salão de Design, investiremos muito nas rodadas internacionais de negócios para alavancarmos as exportações. O foco no cliente será mais valorizado.
A Mercomóveis chegou no limite ou pode crescer?
Ilseo Rafaeli – A Mercomóveis é uma feira consolidada, não vejo um limite para seu crescimento. Sempre esta em evolução. Nosso polo é um dos melhores do Brasil em participação e evolução. Acredito que temos muito para desenvolver ainda e, com a união do setor e esforço de toda a região, muitas conquistas ainda virão. Temos grandes apoiadores no Poder Público e na iniciativa privada. Nosso polo moveleiro sabe da importância da Mercomóveis para a região. A nossa união tem sido o grande diferencial das demais feiras. A Mercomóveis sempre foi realizada por voluntários. É uma feira que não visa lucros para os organizadores e sim para os participantes, sejam expositores e ou clientes.
Quanto deve crescer em número de expositores?
Ilseo Rafaeli – Quanto ao número de expositores não deve alterar muito, pois somos limitados pelo espaço físico dos pavilhões e a grande maioria dos expositores da edição de 2012 solicitou ampliação de espaço.
Quanto deve ampliar em vendas totais e visitação de compradores?
Ilseo Rafaeli – Nossa aposta será na manutenção do mercado regional e, também, nas exportações que dependem de outros fatores para se concretizar. Acredito na recuperação da economia. Os programas do governo na área da habitação estimulam a venda de móveis e 2014 promete ser um ano de bons negócios. Apostaria num crescimento de 20% no volume de negócios e de 10% em público visitante. A Mercomóveis já atende visitantes de todo o Brasil e isso deverá ser fortalecido com ações que atrairão clientes de outros Estados. A feira apostará alto para trazer o maior número possível de clientes estrangeiros. As ações já começaram e nosso polo do oeste de Santa Catarina é muito bem visto no exterior.
Quanto deve evoluir em penetração territorial? Deve atingir todo o Brasil? Atrair maior número de estrangeiros?
Ilseo Rafaeli – A Mercomóveis ocupa, atualmente, um lugar de grande destaque entre os eventos do setor moveleiro do Brasil. Temos uma clientela que se programa fielmente para o final do mês de agosto nos anos pares estar em Chapecó e fazer bons negócios. A nona edição, mais uma vez, provocará o reconhecimento do oeste catarinense no contexto da indústria moveleira do Brasil.
A posição da feira no contexto nacional está consolidada?
Ilseo Rafaeli – Na minha opinião, o fortalecimento das entidades de classe como o Simovale e a Amoesc com a participação mais efetiva dos seus associados e o envolvimento social e participativo dos empresários faz com que a Mercomóveis esteja definitivamente consolidada como um grande e respeitado evento do setor mobiliário brasileiro.
O que faltaria para a total e definitiva consolidação da Mercomóveis?
Ilseo Rafaeli – Nosso País está acordando para o crescimento. Vemos cada vez mais famílias realizando o sonho da casa própria e isso demanda mobília. Nos dias de hoje ninguém mais compra móveis com o intuito de que dure por toda a vida. Móvel também tem moda e também tem vida útil. O consumidor atual prioriza fazer mudanças e estar na moda. Desta forma e com as facilidades de compra e os bons custos dos móveis brasileiros, acredito num grande crescimento de consumo, o que fortalece a possibilidade de novos e grandes investimentos no setor madeira-móveis.
Na sua opinião, a fabricação de móveis pode tornar-se uma nova matriz econômica para o oeste de SC?
Ilseo Rafaeli – Nossa região ainda depende muito do setor das agroindústrias, porém não tenho visto grandes investimentos nesta área nos últimos tempos. Creio que temos tudo para adotar o setor moveleiro como uma nova matriz econômica para o oeste catarinense.
Está em vigência uma das mais avançadas convenções coletivas de trabalho (CCT) do setor das indústrias de móveis, firmada no final de maio de 2012 que envolve mais de 1.000 empresas, beneficia 10 mil trabalhadores e tem validade até 30 de abril de 2013. A convenção foi firmada entre o Sindicato das Indústrias Moveleiras e Madeireiras do Vale do Uruguai – SIMOVALE e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Chapecó – SITICOM.
A convenção cobre uma área formada por mais de 80 municípios do oeste catarinense que formam a base territorial do SIMOVALE. Como a região é muito grande e tem peculiaridades, foram constituídas comissões negociais descentralizadas. O diretor executivo, Leonel Felipe Beckert, destaca que foram firmadas seis convenções – Chapecó (que baliza as demais), Xanxerê, São Miguel do Oeste, São Lourenço do Oeste, Pinhalzinho e Xaxim, atendendo aos anseios do empresariado e respeitando as necessidades de cada microrregião abrangida pelo SIMOVALE.
Os efeitos da convenção abrangem as categorias formadas pelos trabalhadores na indústria de serrarias, carpintarias, tanoarias, madeiras compensadas e laminadas, aglomerados e chapas de fibra de madeiras compensadas e laminadas, aglomerados e chapas de fibra de madeiras; oficiais marceneiros e trabalhadores na indústria de serrarias e de móveis de madeiras; trabalhadores na indústria de móveis de junco e vime e de vassouras; trabalhadores nas indústrias de cortinados, colchões e estofados; trabalhadores na indústria de escovas e pincéis.
De acordo com o assessor jurídico do SIMOVALE, advogado Daniel Moita Zechlinski, mestre em direito do trabalho, a convenção tratou de cláusulas econômicas e sociais, mas o principal ponto de negociação, como sempre tem sido, foi o reajuste salarial, que ficou assim definido: uma antecipação no mês de fevereiro/2012 de 5%, as empresas concederam reajuste salarial em 01 de maio de 2012 de 2,5% a título de correção salarial e aumento real no salário percebido a partir do mês de abril de 2012.
Foi instituído o salário normativo e profissional, pago a todos os trabalhadores da categoria desde 1º de maio de 2012 nas seguintes condições: motoristas de carretas piso salarial mínimo de R$ 1.400,00; demais motoristas e operadores de retroescavadeira, tratores de médio e grande porte, empilhadeiras e pá-carregadeira piso salarial mínimo de R$1.270,00; marceneiros, laminador de serra-fita, pintor e estofador, fica garantido um piso salarial mínimo igual a R$ 980,00; demais profissionais não incluídos piso salarial mínimo de R$ 826,00. Aos demais trabalhadores não incluídos nos itens anteriores ficou garantido um piso salarial mínimo igual a R$ 736,00.
Zechlinski realça que outras inovações e avanços que a CCT apresentou para o trabalhador foram o abono de falta ao empregado estudante e vestibulando (direito de abono de falta ao empregado estudante e vestibulando, nos horários dos exames, pré-avisando o empregador com 72 horas de antecedência e desde que comprove a participação nas provas) e abono de falta ao pai/mãe trabalhadora no caso de necessidade de consulta médica do filho até 12 anos de idade e para o filho inválido ou excepcional, sem limite de idade, mediante comprovação por declaração médica.
O SITICOM, por outro lado, assumiu o compromisso de combater as chamadas empresas irregulares, as quais, para o SIMOVALE, oferecem concorrência desleal com as indústrias que recolhem seus tributos e obedecem as leis trabalhistas.
O presidente do SIMOVALE e também da Associação dos Moveleiros do Oeste de SC (AMOESC), Osni Carlos Verona, enfatiza o bom relacionamento entre empregadores e trabalhadores nas indústrias de móveis do oeste. Assinala que os avanços da convenção coletiva de trabalho refletem o amadurecimento do setor que, a cada ano, incorpora novas tecnologias de produção e novos conceitos de gestão humana e participativa.
Ao final de 2012, o presidente da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE), Osni Carlos Verona, afirma que foi um ano difícil em diversos aspectos, com muitas incertezas e pouca expectativa de resultados. “Apesar dos contratempos e dúvidas, o setor teve um final feliz no mercado interno e de vendas, com crescimento de 5,5% em relação ao ano anterior”.
A prospecção e efetivação de negócios oportunizados pela Mercomóveis 2012 também marcaram o ano. “A Mercomóveis alavancou o polo moveleiro e contribuiu, consideravelmente, para fecharmos o ano com um saldo de crescimento positivo em relação ao ano anterior”, afirma o presidente. “Os investimentos foram em prol do capital humano, de infraestrutura, tecnologia e inovação no setor e é a esses fatores que destacamos a Mercomóveis como a maior feira do setor em Santa Catarina e a terceira maios do segmento no Brasil”.
Segundo Verona, o setor moveleiro tende a investir fortemente em produtos com o perfil resistente, bonito e barato, de modo que garantam inclusive durabilidade, conforto, sofisticação e tendências inovadoras. “Nosso planejamento estratégico para 2013 inclui o desenvolvimento das micros e pequenas indústrias, com suporte, treinamento e capacitação em gestão de negócio, de modo que cresçam com criatividade e competitividade”.
O presidente adianta que, em 2013, a aposta será a expansão da atividade moveleira com investimentos em tecnologia e design porque será um ano favorável para a construção civil, e deve beneficiar o setor mobiliário. “Isso nos proporcionará grande expectativa de negócios. O industrial estará mais confiante em apostar no cenário nacional, no qual o Governo Federal deverá prorrogar a isenção do IPI, e outros incentivos na área tributária e trabalhista, que deverão desafogar a indústria tornando-a mais competitiva. A grande vantagem dos incentivos será que o consumidor final ficará motivado e atraído pelos preços. Consequentemente isso fará com que ele busque comprar o produto”, finaliza.
O presidente da Associação dos Moveleiros do Oeste de SC (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE), Osni Carlos Verona, está otimista com o futuro do setor.
Osni é casado com Loreni Verona, natural de Caçador (SC), tem 50 anos de idade, uma filha (Adrielle) casada com Marcos Machado. É mestre em gestão e auditoria empresarial, pós-graduou-se em design e novas tendências, em gestão da produção e em administração de empresas.
Verona tem 30 anos de experiência como gerente de produção na área madeireira de portas e janelas, consultoria de indústria de móveis, desenvolvimento de supervisores e chefe de setores, designer de móveis, consultor na área de desenvolvimento produtivo empresarial, palestrante na área de empreendedorismo empresarial e proprietário da indústria Verona Móveis Ltda.
A crescente indústria moveleira do Oeste catarinense tornou-se alternativa para diversificar a matriz econômica da região?
OSNI VERONA – Nosso polo madeireiro e moveleiro vem se destacando pela integração e a busca constante em promover o setor através de feiras nacionais (Mercomóveis) e internacionais (rodadas internacionais de negócios e missões empresariais). Recentemente, de 27 a 31 de agosto de 2012, realizamos a oitava edição da feira e com grande sucesso nacional e internacional através de importantes rodadas de negócios. Nosso polo conta com aproximadamente 1.200 empresas, que geram em torno de 12.500 empregos diretos, onde somos o número um em quantidade de empresas, terceiro em número de empregos e o quarto na economia do oeste de Santa Catarina, sendo que mais de 90% são micro e pequenas empresas.
A que se deve o bom desempenho do setor na região?
OSNI VERONA – O Simovale tem mais de 50 anos de existência e trabalha em prol da Associação dos Madeireiros e Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) há 12 anos, promovendo toda a cadeia de madeira/móveis, sempre capitaneado por empresários de visão de futuro, que buscam resultados porque acreditaram no potencial da nossa região e saíram pelo Brasil e o Mundo promovendo este setor no qual temos os maiores fabricantes de móveis da América Latina e que cresceram junto com o segmento, tornando-se referência para muitos polos brasileiros.
Como o Sr. vê o futuro da indústria de móveis nos mercados interno e externo?
OSNI VERONA – No mercado interno estão acontecendo grandes movimentos das classes sociais. Exemplo disso é a migração de mais de 40 milhões de brasileiros que estavam nas classes D e E que subiram entre 2009 e 2011 para a classe C e estão comprando mais que as classes A e B juntas, na ordem de R$ 21 bilhões, e a classe A e B, em torno de R$ 17 bilhões. Com o mercado interno aquecido e exportações em baixa, este cenário esta tomando outra direção. Muitos consumidores da classe C estão subindo para as classes B2, B1 e A com potencial de compra superando o consumo da classe C que cresceu em 2012, comparando com o mesmo período de 2011, na ordem de 26,7%, e a classes B cresceu seu potencial de compra comparando com o mesmo período, na ordem de 50%.
Os moveleiros do oeste de pequeno e médio porte podem competir no mercado externo?
OSNI VERONA – O mercado externo está comprando muito os produtos com preços mais econômicos e competitivos que são fabricados em grande escala. O câmbio está favorável no momento, mas ainda está aquém da confiança dos empresários para ser mais competitivo devido o custo no Brasil, falta de reforma na legislação trabalhista e excesso de burocracia na liberação de créditos para investimento em tecnologia industrial.
Nesse cenário hostil e competitivo como se destaca sua empresa?
OSNI VERONA – os primeiros esboços já buscava um nicho de mercado moderno e, por ser um apaixonado pelas linhas dos anos 50 e 60, desenvolvi produtos com esta característica. Mesmo com um mercado restrito, implantamos essa ideia com a releitura que se tornou uma busca desenfreada na alta decoração no Brasil, promovida por novelas em horários nobres da televisão brasileira. Há aproximadamente nove anos nossas peças estão sendo usadas em novelas das mais importantes emissoras do País, decorando ambientes com o mais alto padrão de qualidade, acabamento, aconchego de maneira moderna e sofisticada.
Como o Sr, concilia as outras atividades dentro e fora da empresa com as entidades associativas?
OSNI VERONA – Muitas vezes sou convidado para palestrar aos alunos das nossas faculdades e universidades, também para empresários empreendedores mostrando que o sucesso depende de quatro pilares importantes que devem estar claros na mente do empresário, são eles: compaixão, fé, perseverança e esperança. Na gestão do negócio deve estar bem definido outros quatro indicadores de desempenho positivo que são: vendas, finanças, equipe e satisfação dos clientes. Com isso claro no seu plano de ação a empresa terá uma longevidade invejável, e muitas vezes será usada como referencial.
Qual é a força da indústria de móveis do grande oeste?
OSNI VERONA – Em uma área de atuação de 83 municípios há mais de 1200 empresas cadastradas, das quais e em torno de 460 estão ligadas em ações do Pólo Moveleiro. Somos o 1° em número de empresas do oeste de SC, o 3°em número de empregos do oeste de SC, o 4° setor na economia do oeste. Geramos em torno de 12.000 empregos diretos e 15.000 indiretos e mais de R$ 20 milhões em negócios por ano em exportações.
Quais são os novos desafios que o Sr. enfrenta?
OSNI VERONA – Atualmente cumpro o segundo mandato como presidente do Sindicato dos Madeireiro e Moveleiro do Oeste de SC, gestão 2009 a 2012 e reeleito de 2012 a 2015. Também sou diretor da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) gestão 2011 a 2014 e presidente da Associação dos Madeireiro e Moveleiro do Oeste de SC (AMOESC), promotora da maior feira de moveis do País, a Mercomóveis.
Informações sobre os procedimentos necessários para que as folhas de pagamento, rescisões e férias venha ser preenchida da maneira correta.
Segue informativos sobre férias coletivas e 13º salário, aconselhamos com urgência lê-las pra que possamos tomar as providencias necessárias.
Abaixo também, mais algumas informações úteis sobre os horários dos empregados.
Para conhecimento:
* Jornada de Trabalho (Art. 58 da CLT)
- Será fixada em até 8 horas por dia e até 44 horas semanais;
- Variações de horário inferiores à 5 minutos ao limite de 10 minutos diários não serão computadas.
* Jornada Suplementar (Art. 59 da CLT)
- Realizada em até 2 horas (para jornada de no máximo 8 horas por dia);
- Pagamento através de horas extra seguindo convenção coletiva;
* Controle de Jornada (Art. 74 da CLT)
- Para estabelecimentos com mais de 10 empregados será obrigatório o controle individualizado da anotação da hora de entrada e da saída, devendo haver a pré assinalação do período de repouso;
- Se o trabalho for executado fora do estabelecimento, o horário constará explicitamente em ficha ou papeleta de serviço externo;
- Não se aplica nos seguintes casos: atividade externa incompatível com a fixação de horário (anotação em CTPS), cargos de gestão (gerentes, diretores, etc.), gratificação de função igual ou superior a 40% do salário base.
* Descanso Intrajornada (Art. 71 da CLT)
Trabalho contínuo:
- De até 4 horas: não há obrigação de intervalo (com exceção se o funcionário fizer hora extra, e passar da sua jornada normal);
- Entre 4 e 6 horas: 15 minutos de intervalo (batidas marcadas nos cartão ponto);
- Superior a 6 horas: intervalo mínimo de 1 hora e no máximo 2 horas.
* Descanso entre duas jornadas (Art. 66 da CLT)
- Descanso mínimo de 11 horas consecutivas.
* Descanso na semana efetivamente trabalhada DSR (Art. 67 da CLT)
- Descanso de 24 horas consecutivas;
- Preferencialmente aos domingos;
- O descanso semanal é obrigatório.
Representantes de empresas do setor moveleiro do oeste de Santa Catarina participaram nesta semana de uma capacitação em gestão da qualidade de móveis. Promovido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) e com apoio da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Moveleiras e Madeireiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE), o curso teve como palestrante o consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Anderson Pisanelli Silva.
O palestrante explicou que o verdadeiro critério de qualidade de um produto envolve essencialmente a preferência do consumidor. “A qualidade não depende só do produto, mas também dos serviços ligados à ele, afirma. Silva também conta que um produto necessário, desejado e ambicionado pelo cliente” tem, consequentemente, um valor maior no mercado. Durante a palestra foi enfatizada a necessidade de haver uma percepção das demandas do mercado.
A empresária Liliane Martelli, da Ferrotelli Design, afirmou que a capacitação instiga um olhar além do mercado nacional, também para exportação. Ela conta ainda que o curso incentiva que os empresários foquem não só na produção, mas que se preocupem com o transporte e a venda, que inclui a relação entre vendedores e clientes. “A qualificação abre a mente, direcionando o olhar na empresa e a expectativa para um desenvolvimento mais seguro e promissor, como por exemplo no desenvolvimento do design”, ressalta.
A capacitação abordou temas como pesquisa de mercado, adequação no projeto do produto, incluindo embalagem, e adequação no processo de produção. Também falou sobre o estabelecimento de canais de exportação e de escritórios de venda.
O vice-presidente regional da FIESC e vice-presidente da AMOESC/SIMOVALE, Waldemar Antonio Schmitz, se mostrou contente com a procura pela qualificação no setor. “A ascensão do mercado moveleiro no oeste é importante para que os empresários tenham a percepção do quão importante é a busca pela qualificação no setor”.
A iniciativa faz parte do Programa Al-Invest, que tem objetivo de fortalecer o apoio à internacionalização de pequenas e médias empresas latino-americanas.
PALESTRANTE
- Empresários do setor moveleiro do oeste catarinense são capacitados em gestão da qualidade de móveis
- Foi uma oportunidade de aprender e tirar dúvidas, pensando no mercado interno e externo
As empresas do setor moveleiro do oeste catarinense participarão, nesta terça-feira (23), de uma capacitação em gestão da qualidade de móveis. A atividade é promovida pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), com apoio da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Moveleiras e Madeireiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE).
O curso acontece das 9 às 18 horas no auditório da AMOESC/SIMOVALE e será ministrado pelo consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Anderson Pisanelli Silva. A capacitação abordará temas como pesquisa de mercado, adequação no projeto do produto (incluindo embalagem) e adequação no processo de produção. Também falará sobre o estabelecimento de canais de exportação e de escritórios de venda.
O vice-presidente regional da FIESC e vice-presidente da AMOESC/SIMOVALE, Waldemar Antonio Schmitz, conta que com o mercado moveleiro em constante expansão é preciso qualificar cada vez mais a mão de obra, e também, preparar os empresários para este mercado, que está em ascensão.
A iniciativa faz parte do Programa Al-Invest, que tem objetivo de fortalecer o apoio à internacionalização de pequenas e médias empresas latino-americanas. Mais informações pelo telefone (49) 3328-6669.
PALESTRANTE
O curso será ministrado pelo consultor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Anderson Pisanelli Silva. Graduado em artes visuais pela Universidade Estadual de Londrina, possui pós-graduação em moda e cultura e em fotografia. Também é técnico em confecção industrial pela Westminster College, de Londres.
A Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (AMOESC) e do Sindicato das Indústrias Moveleiras e Madeireiras do Vale do Uruguai (SIMOVALE) comemoram o quadro positivo de expectativas para vendas de final de ano do setor moveleiro. Para o presidente da AMOESC/SIMOVALE, Osni Verona, a garantia de crédito e o risco de inadimplência reduzido entusiasmam o setor, que prevê aumento de 7% a 10% nas vendas do último trimestre do ano.
A Caixa Econômica Federal lançou neste mês o cartão Moveiscard, um facilitador na compra de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. A expectativa é que o benefício atenda a 1,6 milhão de famílias até o final de 2013. Com o cartão podem ser financiados até 100% do bem, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização e taxas de juros que variam de 0,9% a 1,8% ao mês.
O presidente da AMOESC/SIMOVALE explica que a implementação fará com que o consumidor tenha facilidade para investir em móveis de maior valor agregado e o reflexo disso serão as vendas positivas no final de ano.
“No primeiro semestre o setor moveleiro esteve acomodado, sem muitas expectativas de crescimento e com a preocupação de manter um quadro de funcionários com mão de obra qualificada para o segundo semestre. A decisão do Governo Federal de prorrogar a redução do IPI, até o final do ano para as linhas moveleiras, e incentivos como o Moveiscard farão com que o segundo semestre seja aquecido e compensador, frente aos períodos de baixo desempenho nas vendas”, afirma Verona.
MOVEISCARD
Para solicitar um cartão Moveiscard, o interessado deve dirigir-se a uma agência da Caixa e apresentar o documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos é feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações será em débito em conta.
A menor taxa é destinada aos clientes do programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1, com renda familiar de até R$1,6 mil. Nesse caso, o percentual é 0,9% ao mês. No caso de renda acima desse valor até R$ 3,2 mil, a taxa fica em 1,4%. Para a faixa 2, com renda de R$ 3.100,01 a R$ 5 mil, os juros são de 1,5% ao mês. E para os demais clientes do banco 1,8% ao mês.
O Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale) recebeu neste mês uma homenagem da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). Trata-se da mais alta condecoração da indústria do Estado: a Ordem do Mérito Industrial 2012. O Simovale foi contemplado na categoria Ouro, do Mérito Sindical.
O presidente do Simovale e da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc), empresário Osni Verona, recebeu a honraria pelos 40 anos de filiação do Sindicato à FIESC.
Um dos primeiros Sindicatos criado no Estado, o Simovale foi instituído em 1962, e hoje representa mais de 1200 pequenas, médias e grandes empresas do ramo madeireiro e moveleiro.
A principal ação da entidade é a realização bienal da Mercomóveis, o maior evento do setor no Estado. Em sua oitava edição em 2012, a feira é uma vitrine para as indústrias da região apresentarem as mais modernas novidades e produtos que atualmente chegam a todos os Estados brasileiros e em mais de 20 países.
Verona destacou o potencial do setor para a economia da região oeste catarinense, que hoje está entre os que mais geram emprego e renda à população. “Temos enfrentado muitos desafios, mas devido à dedicação dos industriários, a região se tornou um polo de referência em todo o País”, assinalou.
A solenidade de entrega das comendas em homenagem a empresários e 11 Sindicatos industriários do Estado encerrou a Jornada Inovação e Competitividade da Indústria Catarinense, promovida pelo Sistema FIESC.
De acordo com o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, “todos são merecedores da homenagem pela contribuição à indústria do Estado e do Brasil. São industriais que correm riscos, investem em condições adversas e apesar das dificuldades mantêm os investimentos, geram empregos e receitas ao poder público”.
O evento contou também com a presença da ministra de Relações Institucionais Ideli Salvatti, do vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Paulo Tigre e do tenista Guga Kuerten, parceiro na campanha do Sistema Fiesc, com o conceito “A indústria transforma sua vida”.
A Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina foi criada em 2000 em reconhecimento às contribuições de industriais ao desenvolvimento da indústria catarinense. O Mérito Sindical é conferido aos sindicatos que cooperam para o fortalecimento da representatividade empresarial catarinense e que permanecem filiados à FIESC por um longo período.







